Le dernier présent, Les lointains, Séquences et tropes, Growl in Blow Up
Wagenwijd staan de ogen open. Het is nacht, met een heldere sterrenhemel boven het hoofd. Onwillekeurig worden de lichtpunten verbonden door lijnen. Nieuwe beelden ontstaan. Geluiden die daarbij horen, verzin je in je eigen binnenste. Daarover communiceren is onmogelijk, bij gebrek aan beschrijvingen. Woordeloos woekert de verbeelding rond in deze nachtmerrieloze nacht. Het duurt nog lang eer de ochtend aanbreekt. Alleen met fantasie buitelen de meest fantastische klanken stil, maar niet onhoorbaar tussen de sterren. En daar componeert
De Duitse geluidmeester is er vroeg bij. Al jong wordt hij professioneel actief in de muziek en van tournees met
In ‘Issho ni’, het afsluitende van de verzameling van drie recente stukken op
Kopfkino, een mooi Duits woord dat het werk van
Tedesco, esperto di sintetizzatore e live electronics, accompagnatore e assistente di
Alla fine le due dimensioni trasfigurano assieme. La mezz’ora dedicata alle voci umane
Con un raggio temporale che va dal 2010 al 2014, sono componimenti che descrivono un paradigma che ha i crismi del classico a tecnica mista. Niente freddi risvolti programmatici, e nemmeno puro istinto gestuale, nella visione del ricercatore. Piuttosto una calibrata mistura di suoni e codici che generano un’argentea crisalide fatta d’algoritmi.
Realizzato per l’Harvard University for Electroacoustic Composition, premiere in Germania e Giappone.
Este pressuposto de que o homem está exposto em permanência ao som opressivo das suas próprias invenções — que dominam o ambiente acústico e que causam o desconforto oposto ao objectivo de conforto que lhes está na origem — ocupa as construções sónicas deste álbum, feito de ruídos, rupturas, assincronias, estruturas complexas e de quase nada que se assemelhe a um formato estruturado de composição tradicional.
Repetições de ritmos a uma velocidade variável, microruídos de electrónica que parecem obedecer apenas à regra da aleatoriedade, sons de origem de difícil identificação em falência permanente, glitches analógicos de um qualquer disco de vinil, cantos de pássaros massacrados pela opressão eléctrica do processamento analógico. Tudo é matéria de construção sonora, imiscuída por sons de instrumentos, como o baixo ou uma guitarra que se aproxima do heavy-metal, mas sem que aparente haver um fio condutor que não o caos gutural de uma sociedade moderna em crise de finalidade.
De tudo isto, em escombros, se faz a aridez de